terça-feira, 9 de dezembro de 2008

É Triste...

Assim como a maioria dos meus textos... Este é triste...

E para falar de que? Mais uma vez de ti... E essa amizade que não esqueço... E esse punhal que me continua cravado nas costas... E todas as lágrimas que deito sempre que recordo aquele texto...

Não consigo entender como preferiste mentir. Porque não disseste a verdade... É preferível uma verdade dura a uma má mentira...

Tudo o que passamos deixou de significar alguma coisa quando vocês se envolveram? Será?

Por mais cega que estivesses não vias o que estavas a fazer?

Foram cruéis comigo...

E ele para mim não tem dignidade nenhuma em usar o nome de Sensei. Um Sensei tem de, não só ensinar, mas viver aquilo que ensina. Ele ensinou-te a ser cobarde... Pois é o que é...

Ex-Friend, EU VI VOS DE MÃO DADA DENTRO DO CARRO... EU VI-VOS A TROCAR CARINHOS...

E tu negavas o óbvio... Mas como???

Ainda não sei como se desenrolou tudo isso, mas fico à espera que tenhas coragem para contar...

Quanto a ele para mim deixou de existir no dia em que li o teu texto para mim. E ele sabe disso, mas não lhe faz a mínima diferença. O que ele queria já teve. E no fim o que te aconteceu? Um pontapé no rabo. Além de que vocês não foram nada discretos... Vieram-me perguntar se vocês namoravam. Se os outros viram, como não havia eu de perceber?

Mais uma vez, fica bem...

Abraços

1 comentário:

Anónimo disse...

Nunca nos vamos esquecer... passem os anos que passarem.
Gostava de te conseguir tirar esse punhal, mas não posso desfazer o que fiz...

Menti-te porque não conseguia contar-te a verdade, menti-te porque de início nada se passava connosco. A nossa aproximação foi gradual e nada, mas mesmo nada (pelo menos da minha parte), fazia prever o que aconteceu...
Quantas foram as vezes que estivemos em frente ao mar dentro do carro, encostados um ao outro num abraço de simples amizade ou eu a chorar no colo dele... tantas vezes... e não, nessa altura não havia mais nada a não ser amizade.

Mas tens mesmo a certeza que queres saber o resto?

Não imaginas a tristeza que sinto por mais uma vez toda a gente ter reparado (se calhar sem nada se passar comigo e o sensei ainda) e só ao meu marido tudo passar ao lado... não há palavras para descrever...

Ontem cruzei-me contigo no jumbo, mas não tive cara para te cumprimentar e desviei o olhar... sou fraca demais, Scarlett...

Só ficarei mesmo bem quando morrer, e talvez aí tu e todos fiquem a saber quem fui...


Abraço apertado