quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Não dá para entender...

Se me dizes agora que não se passava nada no inicio, então para que mentir? Menos justificação tem... Menos da para perceber... Por mais voltas que dê à cabeça não te entendo...

Acho que ao fim de tantos anos acabas por não me conhecer... Acredita que era capaz de doer, mas ultrapassava... Tudo se ultrapassa menos a mentira e a dor por ela causada...

Apenas pedia sinceridade... Tu negaste-ma... E fizeste acusações...

Apenas queria que colocasses tudo preto no branco... Depois disso não teria porque me chatear... Tinhas dito a verdade, se não ultrapassa-se problema meu...

Agora findo tudo isso a ferida está mais aberta que nunca... E já que está então porque não saber toda a verdade? O mal já está feito...

Eu não te vi... Se tivesse visto falava-te... E espero que para a próxima faças o mesmo...

Abraços Ex-Friend e não penses em loucuras...

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

É Triste...

Assim como a maioria dos meus textos... Este é triste...

E para falar de que? Mais uma vez de ti... E essa amizade que não esqueço... E esse punhal que me continua cravado nas costas... E todas as lágrimas que deito sempre que recordo aquele texto...

Não consigo entender como preferiste mentir. Porque não disseste a verdade... É preferível uma verdade dura a uma má mentira...

Tudo o que passamos deixou de significar alguma coisa quando vocês se envolveram? Será?

Por mais cega que estivesses não vias o que estavas a fazer?

Foram cruéis comigo...

E ele para mim não tem dignidade nenhuma em usar o nome de Sensei. Um Sensei tem de, não só ensinar, mas viver aquilo que ensina. Ele ensinou-te a ser cobarde... Pois é o que é...

Ex-Friend, EU VI VOS DE MÃO DADA DENTRO DO CARRO... EU VI-VOS A TROCAR CARINHOS...

E tu negavas o óbvio... Mas como???

Ainda não sei como se desenrolou tudo isso, mas fico à espera que tenhas coragem para contar...

Quanto a ele para mim deixou de existir no dia em que li o teu texto para mim. E ele sabe disso, mas não lhe faz a mínima diferença. O que ele queria já teve. E no fim o que te aconteceu? Um pontapé no rabo. Além de que vocês não foram nada discretos... Vieram-me perguntar se vocês namoravam. Se os outros viram, como não havia eu de perceber?

Mais uma vez, fica bem...

Abraços